Publicado na última edição da revista Storm, o ensaio de literatura "Mecanismo e Estrutura literária na Obra-Prima de Cervantes", a respeito de "Dom Quixote".
(para ler o ensaio, clique aqui)
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Coluna Indie Authors, no Pontolit, e a infraestrutura de um selo independente.
(clique aqui para ir a coluna do PONTOLIT)
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clique aqui para ler as primeiras páginas do romance"New York, New York"
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O losango dele (conto publicado na edição de fevereiro da revista Verbo 21)
Ele havia passado por apuros no passado, encrencas mentais que tinham fundamento em seu cenário real e exterior, havia finalmente se recuperado de toda aquela situação, não antes sem passar por outras encrencas mentais menores em seu cenário real e exterior, durante todos esses anos. Finalmente, acabava e colocava todo um ponto final nesse capítulo chamado "encrencas mentais", ao que tudo parecia.
A confluência de diversos fatores faziam crê-lo... (continue lendo)
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NOVELA INÉDITA PARA DOWNLOAD
O sorriso daquela garota - novela de 49 páginas de Denny Yang, escrita em 1998, está disponível para download em pdf, no link abaixo:
http://www.dennyyang.com/downloads.htm
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Resenha de New York, New York, por Lúcio Emílio do Espírito Santo Júnior
Embora intitulado New York, New York, nome da famosa de canção de Sinatra que enaltece a grande cidade norte-americana, o clima nesse romance de Denny Yang não é de exaltação nem de otimismo em relação a essa cidade.
Muito pelo contrário. O personagem central, um introspectivo e desenraizado ator teatral que, após umas “férias prolongadas” onde desligou-se do mundo, busca um lugar no mundo numa cidade com praia que, aparentemente, poderia ser o Rio de Janeiro, é mais um lugar onde o ator vaga, desempregado, confuso e com problemas de identificação. Marcado o nome do romance com o nome de um lugar, o romance não se situa em lugar algum, não citando, com freqüência, praticamente nenhuma cidade a não ser New York.
A narrativa gira em torno da sofrida tentativa do protagonista em adaptar-se à vida social depois das férias prolongadas – que bem pode ser uma metáfora para um processo de enlouquecimento ou uma estadia numa clínica de recuperação. A televisão joga um importante papel... (continue lendo)
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Tijolinho por tijolinho (conto publicado na Storm magazine)
Tenho um novo mestre, que me ensina a jogar ténis. Mas ele não me ensina apenas a jogar ténis, ensina muitos conceitos e noções importantes que podem ser aplicados para tudo na vida.
Jogo ténis já faz muito tempo, e, na minha idade, é difícil achar um bom mestre, mas mestre mesmo.
Uma vez, eu estava no meu condomínio jogando ténis com o paredão, quando percebi, enfim, a sua presença, e percebi, enfim, que ele era um dos, senão o maior, mestre de ténis de todos os tempos.
Aos poucos, eu sempre voltava a jogar no mesmo local e na mesma hora, todos os dias, e ele, meu novo mestre, me ensinava sempre que não adiantava ter pressa: o aprendizado tinha que ser tijolinho por tijolinho, e apenas assim que eu conseguiria construir uma solidez igual a sua solidez.
Eu sempre dava a primeira bola, e ele devolvia - quando eu jogava certo - sempre com a mesma força e mesma intensidade, até para que eu visse o meu próprio jogo. Ele se fazia, muitas vezes, de uma espécie de espelho para mim. (continue lendo)
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Resenha de New York, New York - por Guillaume de Saes ( publicado no Germina Literatura)
Após a análise de A gangorra, temos mais uma vez o prazer e a oportunidade de comentar a literatura existencial de Denny Yang. Desta vez trata-se do romance New York, New York, que descreve o drama de um jovem ator de teatro que, após três anos de auto-exílio nas montanhas, decide se reintegrar à sociedade. O tema do artista que se relaciona de forma problemática com a sociedade burguesa é mais uma vez retomado pelo autor, adquirindo aqui, no entanto, dimensão mais dramática: se em A gangorra o tema central era o dilema vivido por um jovem músico entre de um lado seguir os seus ideais e preservar sua integridade artística e do outro se render aos valores materialistas dominantes e, com isso, se tornar bem sucedido social e economicamente, em New York, New York o protagonista (que é o narrador da história e cujo nome não é revelado ao longo da história) se encontra numa situação mais desesperadora, resultante de sua incapacidade em sua comunicar com a espécie humana.
Três aspectos nos chamaram particularmente a atenção na leitura desta obra. O primeiro é o caráter metafórico que possui o período passado nas montanhas, já que não encontramos no texto detalhes de como, e a custas de quem, o herói da história sobrevive durante estes três anos. Esta imagem do homem que se isola nas montanhas, imagem que nos faz lembrar a figura do eremita masoquista dos tempos do cristianismo primitivo, está para nós, portanto, mais próxima de uma linguagem simbólica que retrata o indivíduo que corta relações com a sociedade (mesmo que continuando a viver dentro dela) do que da descrição de uma situação concreta. O segundo aspecto é o meio que o protagonista encontra inicialmente para se reintegrar à sociedade: acompanhar, através da televisão (continue lendo)
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